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Editorial
Nem está fácil, nem vai ser...
11.12.2016 enviado às 00:49
Texto:

Caríssimo leitor;
 
Que a situação não está fácil para os governadores, é certo, basta acompanhar os discursos e o noticiário. Mas, o Governo Federal não está a fim de ouvir mais choradeira do que a sua própria e, apesar dos apelos dos governadores pelo dinheiro da repatriação, não está querendo tornar as coisas fáceis.
 
Uma luz no túnel surgiu em reunião na quarta-feira à noite. O governo flexibilizou um pouco, e parece, eu disse, parece que chearam a um consenso. Um dos pontos, e esse deve provocar embates, diz respeito à previdência dos servidores.
 
Os governadores se comprometeriam em enviar às Assembleias Legislativas projetos de reforma que elevam a contribuição previdenciária de servidores públicos para 14%.
 
Segundo o governador Marconi Perillo (Goiás), que estaria representando os demais, a aprovação de leis estaduais nesse sentido seria “condição obrigatória” para que a União seja garantidora de operações de crédito dos Estados, uma das reclamações do socialista Ricardo Coutinho.
 
E os Estados estão cada vez mais dependentes desses empréstimos e, consequentemente, do Governo Federal. São R$ 5,3 bilhões da multa da repatriação para os Estados, ou seja, que vai ‘enjeitar’, e se alguém tem que pagar a conta, a julgar pela Reforma da Previdência, que seja o servidor estadual, cuja maioria, diria 99%, ganha o mínimo e vai ganhar ainda menos.
 
Por Sony Lacerda (jornalista, colunista do Portal Correio)

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