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Colunista


Pr. Alexandre Rodrigues
Pastor da Sara Nossa Terra (Guarabira). Contato: pralexandre.snt@hotmail.com
Reencarnação ou regeneração?
04.04.2011 enviado às 15:30
Texto:

No evangelho de João encontramos Jesus ensinando a Nicodemos que “se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus” (Jo 3.3). Será que Jesus estava ensinando a reencarnação, ao falar sobre o nascer de novo? Obviamente que não, o ensinamento de Jesus nessa passagem não é a reencarnação, mas a regeneração. Vários fatos tornam isso bem claro. Primeiro, a doutrina da reencarnação ensina que, depois que a pessoa morre, ela entra em outro corpo mortal para viver nesta terra de novo; e que esse processo se repete vez após vez, num ciclo praticamente interminável de nascimentos, mortes e reencarnações. Se Jesus estivesse advogando a reencarnação, ele teria dito: “se alguém não nascer de novo, e de novo, e de novo...” Segundo, a doutrina da reencarnação ensina que a pessoa morre vez após vez até alcançar a perfeição (Nirvana). Entretanto, a bíblia ensina claramente que “aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo” (Hb 9.27), ou seja, o ensinamento claro das escrituras é de que não existem várias mortes naturais de um único ser, mas somente uma única morte, vindo depois disto o juízo. Após a morte todos nós compareceremos diante do Tribunal de Deus (Rm 14.10), sendo Deus o justo juiz de todos (Hb 12.23). Sim, não um juiz qualquer, mas um justo juiz que julgará com equidade: “O teu trono, ó Deus, é eterno e perpétuo; o cetro do teu reino é um cetro de eqüidade” (Sl 45.6), e ainda: “Alegrem-se e regozijem-se as nações, pois julgarás os povos com eqüidade, e governarás as nações sobre a terra” (Sl 67.4). Quais as características deste Tribunal? 1ª. (Salmos 72:4) - Julgará os aflitos do povo, salvará os filhos do necessitado, e quebrantará o opressor; 2ª. (Salmos 96:10)...julgará os povos com retidão; 3ª. (Salmos 96:13) - ...julgará o mundo com justiça e os povos com a sua verdade; 4ª. (Eclesiastes 3:17) - Deus julgará o justo e o ímpio; porque há um tempo para todo o propósito e para toda a obra; 5ª. (Isaías 11:4) - Mas julgará com justiça aos pobres, e repreenderá com eqüidade aos mansos da terra. As escrituras concluem e reafirmam a impossibilidade da doutrina da reencarnação nos textos que tratam dos eventos que ocorrerão após o juízo: “Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte” (Ap 21.8). Note que a morte após o julgamento é chamada de segunda morte pelo fato óbvio de que não existem outras mortes. Também não podemos nos esquecer de Lúcifer o acusador (Ap 12.10) e de um bom Advogado:”MEUS filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo” (1Jo 2.1). Tenho certeza que ninguém irá querer comparecer diante de um Tribunal sem um Advogado bom e justo. Então contrate-o ainda hoje, seus honorários são de “graça” (Ef 2.8-9) e a única condição é convidá-lo (Jo 1.12 e Rm 10.9) ainda em vida, pois após a morte será impossível (Lc 16.19-31).



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