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Empreendedor

03.10.2015 - 01:01
»Juca de Oliveira diz que o momento político originado pelo PT acabou
O Espaço Empreendedor desta semana publica, através da Isto É Online, entrevista com o ator e dramaturgo Juca de Oliveira. Ele se diz decpecionado com o PT, Lula e Dilma. Na conversa, Juca diz, por exemplo, que o momento político criado pelo PT acabaou. Aos 80 anos, o ator e dramaturgo Juca de Oliveira carrega a convicção de que depois da crise o Brasil terá um recomeço, com novas esperanças e novas lideranças. Para ele, o atual momento político, que teve início com a chegada de o PT ao poder, acabou. Na entrevista que concedeu a ISTOÉ, Juca diz que é na força de suas peças que ele descarrega tudo que o irrita. Enquanto grava a novela das seis “Além do Tempo”, na Globo, o autor de espetáculos consagrados como “Caixa 2”, “Às Favas com os escrúpulos” e “Meno Male”, escreve a peça “O Ministro”, uma ficção que trará muito da realidade da política atual. O ator, que encerrou o espetáculo “Rei Lear”, de William Shakespeare (1564-1616), dirigida por Elias Andreato numa versão criada por Geraldo Carneiro especialmente para ele, é um apaixonado pela construção dramática da Tragédia e da Comédia. É nela que se apóia para dar a sua próxima peça a estrutura de uma comédia. É nela também que Juca se apóia para formular suas críticas ao PT, ao ex-presidente Lula e ao governo da presidente Dilma Rousseff. O ator cita Aristóteles e a obra “A poética”, lembrando que o filósofo foi o primeiro pensador a teorizar a tragédia e construção dramática do teatro. Aristóteles acreditava que a comédia imitaria os homens piores e a tragédia os seres humanos melhores. Passeando por essas teorias, o ator conclui que “Lula é uma comédia”.

21.07.2015 - 22:28
»Michael Douglas diz que mercado de trabalho de Hollywood vive de aparências
O Espaço Empreendedor desta semana publica, com ajuda de ISTOÉ, entrevista com o ator americano Michael Douglas. Além de dizer que aprecia a lingua portuguesa, Douglas afirma que o mercado de trabalho de Hollywood vive de aparências. Filho do ator Kirk Douglas, uma lenda na história do cinema, Michael Douglas já nasceu na “realeza” de Hollywood. Para provar que poderia ser mais que “o filho de Kirk”, o ator começou de baixo e mergulhou nos tipos poderosos, ambiciosos e facilmente corruptíveis ao longo de 50 anos de carreira. A conquista do Oscar veio justamente com a performance como o especulador da Bolsa de Valores Gordon Gekko, eternizado pela frase “A ambição é boa” em “Wall Street - Poder e Cobiça”, de 1987. Um dos atores mais ricos da indústria, com fortuna estimada em US$ 200 milhões, Douglas desacelerou desde que se casou, em 2000, com a atriz Catherine Zeta-Jones, com quem tem dois filhos. São poucos os trabalhos que conseguem tirá-lo hoje de casa, um luxuoso apartamento em Nova York com vista para o Central Park. Um deles foi a proposta de viver o empresário e cientista Hank Pym de “Homem-Formiga”, superprodução da Marvel que estreia no dia 16 no Brasil. “Desta vez posso me orgulhar de fazer a coisa certa na tela”, brinca o ator de 70 anos, referindo-se ao fato de Pym impedir que a tecnologia do encolhimento, desenvolvida por ele, caia nas mãos de mercenários interessados em vender a tecnologia como arma militar. A seguir, a entrevista concedida à ISTOÉ, em que Douglas lamentou os escândalos de corrupção no Brasil e falou do papel da indústria do entretenimento na decisão da Suprema Corte Americana em legalizar a união homossexual em todo o país.

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Editorial do dia

Muita política, poucos resultados

Não fosse Francisco Sarmento um dos mais respeitados especialistas em recursos hídricos do País, conhecedor profundo do projeto da transposição do São Francisco do qual foi consultor, seria difícil acreditar na avaliação que fez em entrevista a Hermes de Luna, no “Debate” da TV Correio: por conta de problemas na obra, e mantido o atual ritmo de liberação, as águas só chegarão a Campina em cinco anos.

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