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Empreendedor

20.12.2016 - 23:57
»ENTREVISTA! “Vivemos a Era do pesadelo, não dos sonhos”, diz Augusto Cury
O Espaço Empreendedor desta semana publica entrevista com o escritor, psiquiatra e psicoterapeuta Augusto Cury. Fenômeno de venda de livros, Cury conversou com o pessoal da Revista Isto É e disse que "vivemos a Era do pesadelo, não dos sonhos". Ele é o autor mais lido no Brasil na última década. Com uma marca que supera os trinta milhões de leitores, 47 livros publicados e cerca de cem pedidos de palestras mensais, Augusto Cury é um fenômeno. Menosprezado pela crítica literária, figurou até julho por 141 semanas consecutivas na lista dos mais vendidos de livros de autoajuda e esoterismo com “Ansiedade – o Mal do Século”. Avesso a entrevistas, o psiquiatra e psicoterapeuta leva uma vida pacata no interior de São Paulo. À ISTOÉ, revelou que se inspira nas histórias que ouviu dos cerca de 20 mil atendimentos psiquiátricos que fez em quase três décadas de consultório. Um de seus maiores best-sellers, “O Vendedor de Sonhos”, tem sua versão para o cinema em cartaz atualmente. “Construí uma saga que retrata a alma, a dor, as lágrimas choradas e que nunca tiveram a coragem de ser encenadas no teatro do rosto.” O filme, dirigido por Jaime Monjardim, conta a história de Júlio César (Dan Stulbach), um psicólogo prestes a cometer suicídio e resgatado por um mendigo (César Troncoso). Apresentando-se como um vendedor de sonhos, o morador de rua oferece ao psicólogo um dos seus mais preciosos bens – o sonho de recomeçar.

19.11.2016 - 23:22
»Entre o Oscar e a política, Julia Lemmertz fecha os olhos para as fofocas
No ano em que ficou fora da TV, Julia Lemmertz se aventurou em dois polos bastante distintos. Ela vive a mãe devotada que enfrenta o mundo para proteger a filha adotiva no emotivo "Pequeno Segredo", de David Schurmann, em cartaz nos cinemas; e se multiplica em personagens sem nomes, em uma costura de textos de autores "malditos" da América Latina, na experimental peça "A Comédia da América Latina", de Felipe Hirsch, segunda parte da obra "A Tragédia e a Comédia da América Latina". A diferença salta aos olhos, mas não nos da atriz. Para ela, ambos os trabalhos são "loucos e complementares". Enquanto no palco do teatro se discute as mudanças políticas no Brasil e no mundo, o filme acabou virando arma na polarização, ao ser escolhido para tentar uma vaga no Oscar, no lugar do favorito "Aquarius". Com todos os poros abertos, ela não fecha a questão em nenhum dos casos: "É doloroso, é difícil, batemos a cabeça, mas é uma oportunidade de ouro para exercer a cidadania e pensar. Fico triste disso ter virado um fla-flu". Após a temporada em São Paulo, a peça com mais de três horas de duração, e com roteiro flutuante, que varia a cada apresentação, será mostrada logo no início do ano que vem na Alemanha e em Portugal. O roteiro de viagem pode se estender até março, com a possibilidade de "Pequeno Segredo" entrar entre os indicados a melhor filme estrangeiro, embora a atriz esnobe da possibilidade neste momento. "Eu fico feliz, lisonjeada, honrada, sei lá, a palavra bacana que você quiser usar, mas o Oscar para mim, sinceramente, não é o mais importante agora". A TV fica também para o ano que vem, quando entra no capítulo 40 de "Novo Mundo", próxima novela de época da TV Globo, prevista para a faixa das 18h. Já das redes sociais, ela quer manter a distância. Recentemente, vídeos íntimos do ex-marido Alexandre Borges caíram na web e uma profusão de críticas e comentários envolvendo sua família fizeram tanto ruído quanto os aplausos. Com calma e leveza, ela fala a sério sobre como "Pequeno Segredo" e "A Comédia da América Latina" lhe abrem os olhos, mas ri de prazer ao fechá-los quando o assunto são as fofocas: "A ignorância é uma benção".

09.05.2016 - 22:27
»Promotora americana fala do momento difícil vivido pelo Brasil
Jennifer Rodgers é diretora do Centro para o Avanço da Integridade Pública (CAPI, em inglês) da prestigiada Universidade de Columbia, em Nova York, considerada uma das melhores do mundo. Com uma ampla experiência em matéria de corrupção pública, ela lidera o CAPI, fundado como uma solução para aproximar teoria e prática em matéria de combate à corrupção. Esse centro de recursos sem fins lucrativos e independente contribui com esforços contra a corrupção por meio da realização de pesquisas, promoção das melhores práticas e integração de profissionais em network para difusão do conhecimento e experiências. Jennifer foi entrevistada, em Nova York, pelo promotor de Justiça do Grupo de Atuação Especial do Ministério Público do Estado do Paraná, André Glitz, que lá cursa um mestrado em Direito. Glitz foi incentivado pelo coordenador da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, que cursou mestrado em Harvard. Ambos fazem parte de uma nova geração de procuradores preocupados em promover alterações nas leis para que elas tragam justiça, combatendo a corrupção e a impunidade. Expressão desse novo ânimo foi a proposta das 10 medidas contra a corrupção, propostas pelo Ministério Público a partir da Lava Jato e que recentemente ultrapassou o alvo de 1,5 milhão de apoiadores, o que permitirá que sejam levadas ao Congresso como projeto de lei de iniciativa popular. André Glitz entrevistou Jennifer sobre temas como a Lava Jato e as 10 medidas.

16.04.2016 - 00:28
»Paula Fernandes rebate críticas: "Sou profissional, isso incomoda"
O Espaço Empreender desta semana publica entrevista com a cantora e compositora mineira Paula Fernandes. "Pegando carona" em material do UOL, Fato a Fato expõe a veia sertaneja da contora, sua beleza e competência para compor o que o público quer ouvir. - São 9h30 da manhã e Paula Fernandes se divide entre duas funções. Com uma mão, capricha na feitura dos cachos do próprio cabelo; na outra, conversa com a reportagem do UOL. "Acho que é dom de mulher. A demanda é muito maior para gente", ela brinca. O bom humor matutino tem razão de existir. Nos dias 15 e 16, ela grava um novo DVD, no Citibank Hall, em São Paulo. Promete convidado especial, uma produção mais clean --"para ressaltar a beleza da artista", ela observa --e figurino de roqueira. Seria mais um passo para se distanciar do sertanejo que a lançou? "Eu tenho muito orgulho da minha raiz sertaneja, mas eu, como compositora, não posso me reprimir", explica, enquanto se prepara para gravar uma participação no programa "Caldeirão do Huck", na mesma Rede Globo que supostamente poderia puni-la na geladeira por reclamar do violão desafinado no "Domingão do Faustão". "Sinceramente, eu vejo isso coisa de gente à toa", rebate. "Sou profissional e isso deve incomodar". É o momento em que ela dispara a falar mesmo, ainda que rindo. Critica quem cria fofocas, em especial uma montagem em que ela aparece ao lado da presidente Dilma Rousseff, como "prova" de seu apoio ao governo. "Eu não quero corrupção no poder, como qualquer brasileiro. A pessoa que está no poder tem que pensar no bem comum, e não no bem próprio".

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